By Elilze de Paula

12 de setembro de 2013

Recursos da Tecnologia Assistiva Para Deficiente Físico

A Tecnologia Assistiva é uma área do conhecimento e de atuação que desenvolve serviços, recursos e estratégias que auxiliam na resolução de dificuldades funcionais das pessoas com deficiência na realização de suas tarefas. (A Educação Especial na Perspectiva da da Inclusão Escolar, Recursos Pedagógicos Acessíveis e Comunicação Aumentativa e Alternativa, Mec, pág. 8)
Desta forma, através de um planejamento sistemático, esses recursos, considerados uma ajuda ou um apoio, são capazes de propor à pessoa deficiente, uma vida mais autônoma, independente, principalmente no âmbito escolar, onde se objetiva o pleno desenvolvimento do aluno deficiente.
Estudos demonstram que a participação e união de todos: saúde, escola e família proporciona uma grande evolução no desenvolvimento global da criança ou pessoa com deficiência.
As barreiras impostas pela patologia podem e devem ser minimizadas com ações organizadas, para e com o indivíduo, a fim de propor benefícios que traduzam sua autonomia e maior independência possível. 
Assim, refletindo nessa perspectiva, sugiro alguns recursos capazes de cumprir essa função.
Sabemos que a "escrita" proporciona à criança relações intensas com o meio, internalizando, expondo e ressignificando pensamentos e idéias.
Existem uma variedade de alternativas que podem ser disponibilizadas para facilitar a preensão do lápis, quando diagnosticado prejuízo na coordenação motora do academico. No entanto, esta traz um lado lúdico que alegra qualquer criança no aprendizado do registro, quer seja em forma de desenho ou escrito.


Recurso que facilita a preensão e auxilia a escrita 


A escrita também poder ser realizada através do computador, com órteses, teclados especiais, colméias, etc. Este acessório traz um design moderno, que agrada qualquer usuário, deficiente ou não, pois possui teclas maiores, consequentemente letras maiores, coloridas e com funções básicas de digitação, minimizando a quantidade de teclas existentes num teclado comum.

Acessório que facilita a digitação. 
Possui teclas maiores, coloridas e com funções básicas de uso




14 de agosto de 2013

Aspectos Importantes sobre o Atendimento Educacional Especializado - AEE


Dada a fragilidade das práticas pedagógicas, muitas vezes discriminatórias, para com os alunos com deficiência do nosso sistema de ensino, nota-se um constante debate entre a sociedade moderna e o papel da escola na superação dessa lógica "exclusionista".
O movimento nacional baseado a favor da inclusão e no direito de todos estarem juntos sem distinção de raça, religião, gênero, grupo social, idade cronológica... perpassa não só pelo âmbito político, mas estende-se a todo um processo cultural, social e pedagógico que deve estar engajado na plena satisfação do cidadão em sua comunidade.
Lista de palavras a partir da história
Em 1994, com a Declaração de Salamanca se estabelece, como princípio, que as escolas do ensino regular devem educar todos os alunos, enfrentando a situação de exclusão escolar das crianças com deficiência, das que vivem nas ruas ou que trabalham, das superdotadas, em desvantagem social e das que apresentam diferenças linguísticas, étnicas ou culturais. (Política Nacional de Educação Especial na Perspectiva da EducaçãoInclusiva, pág 14).
Desta forma, a fim de proporcionar a inclusão e o desenvolvimento da criança com deficiência no recinto escolar, ressaltamos o papel do professor do atendimento educacional especializado, que através de estudos sistematizados apresenta uma forma dinâmica de crescimento, inclusão e integração do aluno, tanto na escola quanto na sociedade, numa constante parceria entre professores regentes, gestão escolar, atendimento clínico e família. Cabe a este, orientar professores regentes e toda equipe escolar sobre formas e maneiras de melhor atendimento a esse público alvo; confeccionar e indicar materiais apropriados a cada deficiência; firmar ou indicar parceria com equipe médica (fonoaudiólogos, fisioterapeutas, psicólogos...) sempre que necessário; selecionar equipamentos, a fim de eliminar ou minimizar as barreiras e otimizar a aprendizagem; orientar a família do educando; elaborar um plano de AEE com vistas a acessibilidade; estimular o desenvolvimento cognitivo.
No entanto, para que todo esse processo seja alcançado a contento, é necessário realizar um estudo de caso individualizado, que possibilitará conhecer profundamente as habilidades e limitações desse alunado, identificando importantes aspectos relacionados ao seu aprendizado, bem como, o tipo do problema (cognitivo, de linguagem, de saúde, de desenvolvimento físico, afetivo, social...). É através deste, que se formula o plano de atendimento educacional especializado.
De posse de todas as informações destacadas acima, o plano de AEE supri as necessidades específicas do aluno, em parceria com o professor regente e familiares. Pensado a curto, médio ou longo prazo, o plano deve prever objetivos de aprendizagem a serem alcançados durante o período escolar, orientando o trabalho do professor do AEE quanto às atividades que devem ser direcionadas ao total desenvolvimento da pessoa, a fim de superar ou minimizar as dificuldades apresentadas. O plano de AEE, visa a elaboração de melhores estratégias do processo de ensino-aprendizagem.
Escrita do próprio nome com apoio do alfabeto móvel


Referências:  
BRASIL. Ministério da Educação. Secretaria de Educação. Política Nacional da Educação Especial na Perspectiva da Educação Inclusiva. Brasília:MEC/SEESP, janeiro 2008.



30 de maio de 2013

Documentos Legais

A criança com deficiência tem direito a um aprendizado que respeite sua diferença. Para isso, trago os documentos legais que definem a Educação Especial na perspectiva da escola comum inclusiva: 


que institui diretrizes operacionais para o atendimento educacional especializado na educação básica, modalidade educação especial. 

Política Nacional de Educação Especial na perspectiva da Educação Inclusivadocumento elaborado pelo Grupo de Trabalho nomeado pela Portaria nº 555/2007, prorrogada pela  Portaria nº 948/2007, entregue ao Ministro da Educação em 07 de janeiro de 2008. 


que dispõe sobre a educação especial, o atendimento educacional especializado e outras providências.

Troca-Troca de Experiências

Em poucas palavras, a escola inclusiva tem por finalidade assegurar ao aluno com deficiência, o direito a um aprendizado que respeite sua diferença. Essa inovação, trazida pela legislação vigente, envolve não apenas o desejo de mudanças, mas a realização desta mudança, através de práticas e parcerias que atuem, com eficácia, sobre as peculiaridades de cada um, em especial da criança portadora de deficiência, a fim de promover recursos, meios, atividades, equipamentos, material adaptado e linguagens que prestem total apoio dentro do ensino regular, eliminando as barreiras que possam dificultar a plena participação desses alunos em nosso cotidiano. Dessa forma, o projeto DIVERSA, nos permite uma troca de experiências e construção de conhecimento sobre educação inclusiva, com fácil acesso a estudos de caso, relatos, notícias, vídeos, etc... Uma iniciativa do Instituto Rodrigo Mendes e o Ministério da Educação. 
Vale a pena visitar: http://diversa.org.br/

Vygotsky